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Execução de PM na Capital é marcado por mistérios e contratempos após clonagem de carro
Uma família do Jardim Paulista, em Campo Grande, viveu momentos de aflição na manhã de segunda-feira (11), depois que o veículo de uma dona de casa de 60 anos, que estava viajando, foi associado a execução do policial militar reformado, Ilson Martins de Figueiredo

MidiaMax              13/06/2018    08h54
foto: Saul Schramm

Uma família do Jardim Paulista, em Campo Grande, viveu momentos de aflição na manhã de segunda-feira (11), depois que o veículo de uma dona de casa de 60 anos, que estava viajando, foi associado a execução do policial militar reformado, Ilson Martins de Figueiredo (62), na Avenida Guaicurus. 
A picape Fiat Toro vermelha, que a polícia suspeitava ter sido roubada por criminosos para o crime, foi clonada, segundo relatos da família  que se apresentou como dona do veículo original. O advogado, de 40 anos, que é filho da mulher, disse que a situação teve início depois que os investigadores identificaram o endereço da possível proprietária. 
Para piorar, a mãe havia saído de viagem durante a madrugada com outros familiares. O filho diz que ela tinha ido fazer compras com outros familiares em Pedro Juan Caballero, no Paraguai, na fronteira com Ponta Porã, no sul do Estado. 
A fronteira seca é constantemente utilizada como rota de fuga por criminosos, além do país vizinho ser ainda destino frequente de carros roubado e furtados no Brasil. 
Para piorar o mal entendido, ele conta que após a notícia, não conseguia falar com a família que estava na estrada. “Foram 15 ou 20 minutos de puro desespero. Minha irmã quase desmaiou, toda família ficou desesperada porque o mínimo que imaginamos é que eles tinham sido abordados e mortos durante o roubo do carro. Só depois que fomos entender o que de fato tinha acontecido”. 
A situação foi sendo esclarecida só depois que a mulher atendeu o telefone, mas também sem fazer a menor ideia do ocorrido na Capital. “Eles nos ligaram muito nervosos e a gente sem nem sequer imaginar o que tinha acontecido. Assim que eles me avisaram eu abordei uma viatura e perguntei o que poderia ter acontecido. Como assim meu carro tinha sido encontrado queimado, sendo que eu estava viajando com ele?”, questionou ainda atordoada, a dona do veículo. 

 


   
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