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Sobe para 13 as mortes por gripe em MS; campanha de vacinação é prorrogada
Com a paralisação dos caminhoneiros, prazo de imunização é ampliado

Correio do Estado              01/06/2018    10h17
foto: Divulgação

Mato Grosso do Sul já registrou 13 mortes por gripe neste ano, mais que o dobro do número de casos do ano passado, quando houve seis mortes pela doença em todo 2017. Conforme o boletim epidemiológico da Secretaria de Estado de Saúde (SES), já são 170 pacientes com casos confirmados de gripe no Estado e 488 notificações sob investigação.

Divulgado na quarta-feira (30), o boletim aponta mais três mortes em relação ao último periódico divulgado na semana passada. Somente em Campo Grande são oito casos de óbitos pelo vírus da gripe neste ano. Os demais casos foram registrados em Chapadão do Sul, Nioaque, Aquidauana, Naviraí e Três Lagoas.

Além dos casos confirmados, uma morte também na Capital ainda está sob investigação pela secretaria.

Ainda segundo o boletim, dos 170 casos confirmados, 45 são do vírus H1N1, 16 de Influenza A não subtipado, 95 de H3N2 e 14 de Influenza B. E dos 488 casos notificados e em investigação, 305 ocorrem em Campo Grande.

CAMPANHA PRORROGADA

Marcada para se encerrar hoje (1º), a campanha de vacinação contra a gripe foi prorrogada até o dia 15 de junho. A decisão do Ministério da Saúde foi tomada por conta da paralisação nacional dos caminhoneiros.

Até o momento, conforme o ministério, ainda faltam 18,8 milhões de pessoas a serem vacinadas em todo o país. Balanço publicado na terça-feira (29) mostra que 66% das pessoas que fazem parte do público-alvo se vacinou. A expectativa do Ministério da Saúde é vacinar 54,4 milhões de pessoas até o dia 15 de junho.

Ainda conforme o ministério, o público com maior cobertura, até o momento é de puérperas – mulheres que tiveram filhos nos últimos 45 dias –, com 78,1%, seguido pelos idosos (75,2%), professores (73,1%) e trabalhadores de saúde (71,6%). Entre os indígenas, a cobertura de vacinação ficou em 63,6% e gestantes 55,1%. O grupo com menor índice de vacinação foram as crianças, entre seis meses e cinco anos, a cobertura é de apenas 49,7%.


   
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